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Energia geotérmica de baixa entalpia em residências urbanas

Na Espanha, predomina a busca por fontes renováveis em residências urbanas. Se nesta primeira onda investe-se em sistemas solares, agora comunidades de vizinhos estão adotando utentinização de energia geotérmica de baixa entalpia.



Esse método aproveita temperatura constante do subsolo para aquecimento, resfriamento do ar e aquecimento de água. A implantação é mais acessível em zonas residenciais com sistemas de refrigeração antigos.

Sistemas geotérmicos envolvem sondas verticais ou coletores horizontais instalados no subsolo coletivo, devolvendo energia térmica ao terreno. As bombas de calor geotérmicas consomem 30% a 50% menos energia elétrica que sistemas convencionais, reduzindo emissões de CO₂ e contas de energia.

Em novas áreas planejadas, condomínios fundem energia geotérmica com energia solar fotovoltaica, alcançando quase neutralidade energética. Algumas regiões municipais reembolsam parte do investimento e simplificam licenciamento.

Empresas do setor ofereçam suporte técnico: analisam solo, projetam instalações e fazem manutenção coletiva. No entanto, desafios envolvem obtenção de autorizações e educação dos moradores sobre tecnologia.

O futuro inclui digitalização para operação remota dos sistemas e incentivo a aquecimento distrital geotérmico, conectando vários prédios a uma rede. Quando isso ocorrer, cidades terão aquecimento eficiente e menos dependência de represas hidráulicas ou gás natural.






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